Eu não. Já fui convidada por uma meia dúzia de amigos (bom, amigas) para pertencer ao Grupo das pessoas nascidas em 1980 e que se recusam a fazer 30 anos em 2010.
Eu não me recuso a fazer 30 anos (mas lá mais para meados de Agosto, por favor, para quê apressar as coisas?). Gostava de me recusar a eventualmente vir a ter cabelos brancos, e rugas, e flacidez, e ficar senil no fim da minha vida, se a isso chegar.
Mas os 30? Venham eles! Aposto que vão ser o máximo. Se nós passámos os nossos vintes a ver o Sexo e a Cidade e delirávamos... e que idade tinham elas no episódio zero? Lá está, no mínimo, trinta.
Assim como assim, como ainda vou tendo acne, pelo menos as preocupações são dignas de uma autêntica adolescente.
Mostrar mensagens com a etiqueta Feisbuk. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Feisbuk. Mostrar todas as mensagens
7.3.10
5.2.10
In friends we trust
Esta semana não sei nada do mundo: em vez de ler o jornal ao pequeno-almoço, tenho andado a devorar a reportagem especial do Economist sobre redes sociais. Posso afirmar sem medos que já sou uma perita em Facebook, Twitter, LinkedIn e outras que tais. Veio mesmo a calhar, e confirma-se que o FB é o special one do momento. Agradeço aos senhores do Economist que visitam o meu blog :) terem publicado esta reportagem em tão bom momento, respondendo assim a muitas das minhas recentes inquietudes.
Por exemplo, aquilo que eu explicava de forma tão rudimentar afinal tem nome e apelido: é o "efeito de rede". Em palavras simples, a audiência de uma rede social inicialmente cresce devagar, mas, passado um determinado ponto, booom! Dizem que isto se explica porque quanto mais pessoas estejam ligadas, mais útil se pode tornar a rede para todos os que nela se encontram. É a mesma lógica de ter no telemóvel a rede que tem mais assinantes, ou pelo menos aquela que tem mais assinantes no nosso grupo de relações.
Eu penso que, no caso das redes sociais deveria antes chamar-se "efeito massacre": tantos convites recebe uma pessoa que um dia farta-se e regista-se. E depois se calhar até gosta. E depois se calhar até se torna mesmo muito pouco produtiva por causa do bichinho (muito, mas mesmo muito fatela).
Qualquer coisa parecida permitiu ao Avatar ultrapassar o revenue brutal do Titanic logo em Janeiro, e isso que diziam que ao ritmo de vendas do Natal ia demorar até Abril. Mas eu conheço para aí uma meia dúzia de pessoas que foram ver o Avatar duas vezes. A minha irmã foi ver três (!) vezes. Bolas, não entendo; eu gostei do filme, mas daí a repetir a dose no cinema se em poucos meses o poderei fazer em casa... mas isto sou eu que sou pelintra.
Adiante, algumas coisinhas giras sobre o FB:
- É o segundo site mais visitado do mundo, apenas ultrapassado, claro, pelo google.
- Demorou quase cinco anos para atingir os 150 milhões de utilizadores, mas apenas oito meses para duplicar essa cifra.
- Os australianos são os mais adictos (os que mais tempo passam ligados) seguidos dos bifes e dos italianos. Os espanhóis vêm em sexto e nós obviamente não aparecemos no gráfico.
Etc, etc, etc. Isto tem mesmo muito que se lhe diga. Infelizmente eu estou cheia de sono e assim sendo fico-me por aqui. Vão ao site do Economist que deve estar lá tudo. Como sempre, não desilude.
Por exemplo, aquilo que eu explicava de forma tão rudimentar afinal tem nome e apelido: é o "efeito de rede". Em palavras simples, a audiência de uma rede social inicialmente cresce devagar, mas, passado um determinado ponto, booom! Dizem que isto se explica porque quanto mais pessoas estejam ligadas, mais útil se pode tornar a rede para todos os que nela se encontram. É a mesma lógica de ter no telemóvel a rede que tem mais assinantes, ou pelo menos aquela que tem mais assinantes no nosso grupo de relações.
Eu penso que, no caso das redes sociais deveria antes chamar-se "efeito massacre": tantos convites recebe uma pessoa que um dia farta-se e regista-se. E depois se calhar até gosta. E depois se calhar até se torna mesmo muito pouco produtiva por causa do bichinho (muito, mas mesmo muito fatela).
Qualquer coisa parecida permitiu ao Avatar ultrapassar o revenue brutal do Titanic logo em Janeiro, e isso que diziam que ao ritmo de vendas do Natal ia demorar até Abril. Mas eu conheço para aí uma meia dúzia de pessoas que foram ver o Avatar duas vezes. A minha irmã foi ver três (!) vezes. Bolas, não entendo; eu gostei do filme, mas daí a repetir a dose no cinema se em poucos meses o poderei fazer em casa... mas isto sou eu que sou pelintra.
Adiante, algumas coisinhas giras sobre o FB:
- É o segundo site mais visitado do mundo, apenas ultrapassado, claro, pelo google.
- Demorou quase cinco anos para atingir os 150 milhões de utilizadores, mas apenas oito meses para duplicar essa cifra.
- Os australianos são os mais adictos (os que mais tempo passam ligados) seguidos dos bifes e dos italianos. Os espanhóis vêm em sexto e nós obviamente não aparecemos no gráfico.
Etc, etc, etc. Isto tem mesmo muito que se lhe diga. Infelizmente eu estou cheia de sono e assim sendo fico-me por aqui. Vão ao site do Economist que deve estar lá tudo. Como sempre, não desilude.
29.1.10
Sou do tempo do Nabunda
(... pronto e também do Sr. Carvalhosa!)
É o melhor grupo do mundo no Facebook! Vamos lá, ISTianos velhotes, toca a juntar-se ao maralhal!
É o melhor grupo do mundo no Facebook! Vamos lá, ISTianos velhotes, toca a juntar-se ao maralhal!
Nabunda, who else?
26.1.10
Muita coisa ao mesmo tempo (MCAMT)
A prova da riqueza do Facebook fica em parte demonstrada pela dificuldade em explicar a um leigo em que consiste, bem como as diferentes percepções que cada pessoa pode ter do mesmo (por exemplo, o Farmville é um FB sine qua non para muita gente, no entanto para mim é tão somente uma palavra desinteressante que já tive de ler demasiadas vezes). Mas mais ainda, uma mesma pessoa pode ter variadas percepções do FB em diferentes momentos da sua vida. Vejamos um exemplo próximo a mim. Quando convidei pela primeira vez a minha irmã para o Facebook (lá para o início de 2008), ela olhou para mim com ar meio asqueado "isso é para velhos, eu não gosto disso". Claro, o Hi5 é que era a bomba. Agora que tem os pais no Facebook, a mesma menina indigna-se, tendo olhado para a minha mãe com similar ar de desdém, mas desta feita para contrapôr: "mas isso é para engates, vê lá tu e o pai não se zanguem". Portanto, em dois anos, a percepção do Facebook, para a minha irmã, mudou de coisa secante de velhos para potencial destruidor de casamentos. Em dois anos pergunto-lhe otra vez, e aposto que a minha teoria do MCAMT se consolidará.
E agora para a minha querida Pólo Norte: ao contrário do que supões, os dias de ouro da jeitosa da minha irmã no Facebook não vão terminar. Ela avisou os pais para não ousarem convidá-la, que lhes espetava logo com um ignore. Uma moça frontal e sem papas na língua. É bom saber que aprendeu umas coisas com a mana mais velha.
24.1.10
It's the end of the world as we know it
O Oscar, meu padrasto, já está no Facebook - Feisbuk, em espanhol - e mais: ao fim de cinco minutos já tinha sete amigos e já comentava fotos.
O Oscar, o mesmo que odiava computadores e que sempre dizia já não ter idade para estas coisas. Mas lá está ele, a encontrar os velhos amigos da África do Sul que não vê há décadas e os amigos das almoçaradas em Lisboa, como se fosse exactamente a mesma coisa.
Mas é que agora é exactamente a mesma coisa, e o Facebook não só permite isto, também o torna tão mais fácil, agradável e menos constragedor do que qualquer outro meio de comunicação. Não é fácil abordar uma pessoa que não se vê há anos, mesmo por e-mail ou MSN, e isto no caso de se ter conseguido descobrir a pessoa em questão... e no Facebook é tão fácil.
O Facebook é poderoso. Parece-me uma daquelas invenções que no início são fixes, depois são reconhecidas como boas e só mais tarde são vistas como o que realmente são - absolutamente geniais.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

