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24.3.11

Mudança drástica de assunto

Então a parvalhona da Jeninha Lopes tem uma música com a batida da lambada? Da "nossa" lambada? Estou indignada. Indignada me hayo.

22.3.11

Eternal Sunshine of the Spoteless Mind

Não tem nada a ver, mas a expressão the arab awakening recorda-me um dos meus filmes favoritos de sempre, com o melhor título da história do cinema, Eternal Sunshine of the Spoteless Mind. Associações de ideias, há quem as explique, eu limito-me a experimentá-las.

28.10.10

8.9.10



I'd like to make myself believe
That planet earth turns slowly
It's hard to say that I'd rather stay awake when I'm asleep
Cause my dreams are bursting at the seams

(Típica música que eu detestava, mas de tanto ouvir no fim do spinning entranhou e agora não me larga.)

27.4.10

Hyun-Jung Lim



Na continuação do post anterior: vi esta menina este fim-de-semana e amei! Só lhe fiquei com um bocadinho de pó porque tinha um cabelo absolutamente maravilhoso e brilhante como eu só tinha visto nos anúncios da Pantene (e era feliz, pensando que aquilo era publicidade enganosa e que ninguém real tinha o cabelo assim). A inveja é uma coisa muito feia, eu sei. Já me passou, eu gostei mesmo desta Hyun-Jung Lim, a tipa é extraordinária (ou então é do meu nível de exigência). Seja como for, onde é que eu alguma vez me imaginaria a procurar isto no You Tube?

Um bocadinho de música clássica por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!

É, agora sou uma pessoa muito mais à frente e todos os meses vou ver um espectáculo de "algo" clássico. Começou no mês passado (eu queria falar nisso de forma séria mas já não me lembro o que fui ver), e este mês foi a vez dos Dias da Música no CCB.

Não, não me estou a armar em pedante, isto é mais um dos projectos do meu multifacetado namorado tentando que me torne numa pessoa melhor. Ainda lhe custa acreditar que eu sou uma nulidade musical a todos os níveis (e que mesmo assim ele está comigo). Eu bem lhe tento explicar que não podemos ser todos perfeitos, ora, ele é do Benfica, eu não acerto uma nota musical (nem ouvida nem cantada).

Mas adiante, como tenho um ouvido mesmo muito limitado não sei apreciar as maravilhas da música clássica e até recentemente só recorria a ela em casos extremos. Como por exemplo em Janeiro, que me vi presa dentro do carro, com um ataque de ansiedade, no meio do nevão da década, sem correntes e com camiões acidentados por todo o lado (a viagem Lisboa - Madrid demorou umas módicas 11 horas a ser feita, e eu sozinha da Silva). Aí, a música clássica salvou-me a vida, obrigada, obrigada, que eu com os nervos que levava nem fumei para poder ter sempre as duas mãos no volante.

Agora, num dia normal, ouvir música clássica... huuum, pois, enfim, sou do povo, que fazer? Em compensação, estou a descobrir que é muito mais divertido ver tocar música clássica. Primeiro, porque se pode saber exactamente do onde é que estão a vir os sons. Depois, e é mesmo isto que eu gosto, posso ver as pessoas que tocam a alucinar com o que estão a fazer, é fixe. Até me começo a embalar ao som da música, mas já percebi que isso é coisa que ninguém faz, não percebo porquê, não sentirão a música? Devo ser mesmo muito pindérica.

Em breve vai ser ver-me a tratar o Chopin e o Rachmaninov por tu. Estou a gozaaaaar, eu sei que eles já bateram a bota (isso até eu sei). Mas vocês perceberam.

14.4.10

O melhor de Telephone

Nem sequer é a Pussy Wagon. É mesmo esta frase:

"Trust is like a mirror, you can fix it if it's broken, but you can still see the crack in that mother fuckers reflection."

Great Gaga, poderosa, se continuas assim, a Madonna que se ponha a pau.

11.3.10

E depois lembrei-me desta

Que era a minha preferida da cassete inteira (dos dois lados). Aquilo da roda da fortuna parecia-me muito arriscado e sexy e excitante,  e além disso a letra que dizia "I'´m in love with you, I like you stile", oh, good old times em que um rapaz com estilo nos deixava a suspirar e não havia ânsias de mais nada, nem romantismo, eloquência verbal, sentido de humor, fidelidade e trinta por uma linha. Nessa altura, o prince charming tinha estilo (ponto). Era isso, era simples e era bom. E daí a um Margarida + Puto Estúpido com coraçãozinho à volta na casa de banho das raparigas era um passo mais ou menos óbvio. Que maravilha.

A Rita viu o sinal

Ai não, afinal foi a luz! Whatever, o importante é que me pôs a cantarolar este grande "ite" da nossa pré-adolescência. E também a fazer coreografias rídiculas (felizmente sem ninguém a ver). Uma maluqueira o que para aqui vai em casa.

5.3.10

Porque hoy es viernes


Faça chuva ou faça sol, um bom finde para todos!

(A sério, carreguem lá no triangulozinho que isto é de partir o côco a rir. Foi roubadíssiomo do feisbuk do meu namorado e ele é um bocado parvo o que significa, pelo menos, risota garantida.)

26.2.10

Rain drops keep falling on my head

Eu gostava mesmo era de estar cheiinha de calor.

Nada a fazer, excepto esperar. De preferência quentinha, sequinha e deitadinha no sofá, debaixo do cobertor.

31.1.10

19 dias e 500 noites

Acho extraordinária esta letra e música de Sabina. Mesmo! Ora prestem atenção...


Lo nuestro duró
lo que duran dos peces de hielo
en un güisqui on the rocks,
en vez de fingir,
o, estrellarme una copa de celos,
le dio por reír.

De pronto me vi,
como un perro de nadie,
ladrando, a las puertas del cielo.

Me dejó un neceser con agravios,
la miel en los labios
y escarcha en el pelo.

Tenían razón
mis amantes
en eso de que, antes,
el malo era yo,
con una excepción:
esta vez,
yo quería quererla querer
y ella no.

Así que se fue,
me dejó el corazón
en los huesos
y yo de rodillas.

Desde el taxi,
y, haciendo un exceso,
me tiró dos besos…
uno por mejilla.

Y regresé
a la maldición
del cajón sin su ropa,
a la perdición
de los bares de copas,
a las cenicientas
de saldo y esquina,
y, por esas ventas
del fino Laina,
pagando las cuentas
de gente sin alma
que pierde la calma
con la cocaína,
volviéndome loco,
derrochando
la bolsa y la vida
la fuí, poco a poco,
dando por perdida.

Y eso que yo,
paro no agobiar con
flores a María,
para no asediarla
con mi antología
de sábanas frías
y alcobas vacías,
para no comprarla
con bisutería,
ni ser el fantoche
que va, en romería,
con la cofradía
del Santo Reproche,
tanto la quería,
que, tardé, en aprender
a olvidarla, diecinueve días
y quinientas noches.

Dijo hola y adiós,
y, el portazo, sonó
como un signo de interrogación,
sospecho que, así,
se vengaba, a través del olvido,
Cupido de mi.

No pido perdón,
¿para qué? si me va a perdonar
porque ya no le importa…
siempre tuvo la frente muy alta,
la lengua muy larga
y la falda muy corta.

Me abandonó,
como se abandonan
los zapatos viejos,
destrozó el cristal
de mis gafas de lejos,
sacó del espejo
su vivo retrato,
y, fui, tan torero,
por los callejones
del juego y el vino,
que, ayer, el portero,
me echó del casino
de Torrelodones.

Qué pena tan grande,
negaría el Santo Sacramento,
en el mismo momento
que ella me lo mande.

24.1.10

... and I feel fine!

E para quem ficou a cantarolar o refrão da musiquinha dos R.E.M., aqui está o link: