13.3.09
11.3.09
10.3.09
Ho ho, very funny; ha ha, it is to laugh...
Como nasceu o hábito dos casais andarem de mãos dadas?
Foi um procedimento de iniciativa masculina... "Se eu a soltar, ela vai às compras."
9.3.09
A vida continua
Já bem adentro do mês de Março, declaro o início do ano finalmente terminado. Estamos finalmente em 2009. E ainda bem, já lá vai o Fevereiro horribilis. Agora só falta que chegue depressa o bom tempo (a sério). Tou farta de dormir de pijama.
22.2.09
17.2.09
As bruxas não existem...
... mas que as há, há - ou como quem diz, não sei se é mau olhado ou simplesmente má sorte, mas mas há momentos em que tudo vai mal, não há duas sem três, etc., etc..
Tudo começou com a úlcera no olho, ainda em tratamento e à espera de ver se não deixou cicatrizes, depois uma infecção na gengive que me apanhou o lado esquerdo todo da cara (ouvido incluído, que maravilha!) e como se não bastasse no sábado vomitei e vomitei e vomitei e quase que me matei para conseguir entrar no avião e vir para casa. Pareço os computadores da HP na semana seguinte ao fim da garantia - em colapso generalizado.
A Mégui deixou-nos.
Os meus problemas de estômago afinal eram um virús importado sabe-se lá como de Madrid, ou de A Coruña, ou do avião. O senhor virús instalou-se em casa e agora o meu querido Ricardo está na cama, igualzinho a mim há três dias atrás. Vamos lá ver se isto não dá epidemia nacional. Era só o que mais faltava.
16.2.09
A caminho de algo pior...
... a Venezuela não pára. E eu com amigos que fugiram de lá e que, se ficarem sem emprego, não têm muitas alternativas que não regressar. Só que, há seis meses, eram impensáveis os problemas de empregabilidade em engenharia de processos, em Espanha. Hoje... enfim.
13.2.09
Hipotecada
Anthony Suau, USA, for Time. US Economy in Crisis: Following eviction, Detective Robert Kole must ensure residentshave moved out of their home, Cleveland, Ohio, 26 March 2008. Word Press Photo of the Year.
12.2.09
Adeus Mégui
Mais uma pequena que, apesar de todos os tratamentos, não resistiu ao Virus da Leucemia Felina (FELV). Foram seis meses felizes mas curtos, a nossa gatinha deixou-nos na última madrugada. Fazendo bem as contas, foi sem dúvida a melhor coisa que me aconteceu no ano de 2008.
11.2.09
Oração dos passageiros frequentes
Que pilotos experimentados e profissionais nos acompanhem sempre, agora e na hora de voar, amén!
Aterrando em Bilbau, 9 de Fevereiro de 2009!
10.2.09
8.2.09
Úlcera Corneal
"Úlcera de córnea é a situação patológica onde há uma erosão na córnea, causada por uma infecção por bactérias, protozoários, fungos ou vírus, ou esta infecção posteriormente a acção de uma substância química, produzindo uma área da córnea sem epitélio, sua camada mais externa de cobertura.
As úlceras causadas por bactérias são as mais comuns, sendo neste caso, podendo ser associadas ao uso de lentes de contacto, sejam ela rígidas ou gelatinosas. Como sintomas típicos desta patologia, temos a vermelhidão nos olhos, dores, fotofobia (incómodo com a incidência de luz) e falta de nitidez na visão.
É caracterizado como uma emergência em oftalmologia e seu tratamento depende de sua causa e do agente causador específico." (Wikipédia)
Estava-se mesmo a ver que abusar das lentes de contacto não podia ter um bom resultado. Sou mesmo idiota.
7.2.09
Em lista de espera
"And in the end, of course, it all went bad. The last part of the book makes sobering reading. The empires of the Big Rich, and their Neronian lifestyles, could not survive repeated collapses in the oil price. The Texas fields started to give out. The federal authorities played their part, tying up the oilmen with investigations of predatory pricing and a wiretapping scandal that almost destroyed the Hunt family. Today, the Big Rich are just humdrum rich."
Do Economist
6.2.09
2009
Acho que o que gostei mais de viver na Bélgica, na minha querida Gent, foi a ausência total de pobreza. Foi como viver noutro mundo. Realmente, era outro mundo. É perigoso viver num sítio assim, porque fdepressa nos esquecemos dos males do mundo. Eu, sem dúvida, esqueci-me. E isso fez o meu regresso a Lisboa ainda mais problemático.
Estou um bocado esgotada e não me sai o texto que gostaria de escrever. Tenho demasiadas ideias na cabeça. Mas de um ponto de vista totalmente egoísta, gostava de ser mais indiferente, seria bem mais cómodo viver.
Na minha rua a crise nota-se. De repente há gente a pedir, de repente há gente a vasculhar os caixotes de lixo, à noite. Mas como já não é Natal, ninguém ajuda ninguém. Nem ninguém quer saber. Só restam os olhares desviados e o passo apressado, que o mais fácil é nem pensar nas histórias, nem as ouvir, e assim dormir (mais) descansado.
2.2.09
Isto não são os Óscares...
... e o tapete é verde e não vermelho! Mas nos Goya também por lá se viram uns belos modelitos...
Rosana Pastor por Carolina Herrera
Olivia Molina por Azzaro
Angeles Gonzala Sinde por Devota e LombaMais detalhes sobre a 23ª edição dos prémios Goya neste meu artigo no Moviz, que eu, como não estou suficientemente contente com a minha genralizada falta de tempo, resolvi tentar este novo hobbie e colaborar com a malta! :)
29.1.09
28.1.09
Update
Esta semana, Basildon, UK. Estou morta. Andei uns 50 km na refinaria. Vá lá que não choveu (!). Nem está frio.
A arte de bem parir
Parece que uma senhora na Califórnia teve oito bebés de uma só vez, e nasceram todos vivos!!!
O problema é: a BBC dá a notícia de cinco em cinco minutos.
23.1.09
We'll always have Tonicê!
Contra este cansaço mental que me aterra, acho que nada melhor que voltar a tomar o Tonicê. O Tonicê é um medicamento 5 estrelas - e além do mais trás-me sempre boas recordações. Lembro-me de estar com a Ana Rita, há 3 anos (mas já passaram três anos???), na nossa casa de Móstoles, e à hora de jantar lá tomávamos as duas o nosso respectivo Tonicê, antes da mais que habitual massa com bacon, espectacularmente deliciosa e obviamente hiper-calórica. Designavamo-nos por "Brigada do Tonicê" e era o nosso dirty little secret, como se aquilo fosse alguma espécie de droga ilegal hiper-potenciadora das nossas vantagens competitivas, da qual ninguém podia saber sob pena de sermos desclassificadas.
A verdade é que, placebo ou não, o amigo Tonicê ajudou-nos a levar para diante aquele mestrado-pós-graduação-cena-a-dar-para-o-MBA-mas-de-empresas-energéticas, que foi esse ano no ISE. Com tanta noite (quase todas) a deitarmo-nos perto das três da manhã, para as sete já estarmos a pé, mais a inevitável adaptação ao espanhol, no fim do ano, a Rita foi das melhores alunas a nível de exames e eu das melhores a nível de trabalhos práticos.
Sempre assim, ela mais dedicada - ok, marrona - e responsável, eu mais pragmática - ok, preguiçosa - e leviana. Cada uma com o seu estilo muito próprio, começámos por ser as portuguesas com quem ninguém queria trabalhar (não sabiamos espanhol). Acabámos como duas das mais respeitadas e disputadas (e fluentes em castelhano). Verdade seja dita, não envergonhámos Portugal. Eu e a Rita partilhámos uma casa e as nossas vidas por necessidade, somos muito diferentes, etc., etc., mas tornámo-nos grandes amigas e somos amigas para sempre. Acho que no fim de contas, são coisas fundamentais as que nos unem - somos honestas, directas, não somos rancorosas nem invejosas.
Talvez o Tonicê tenha sido simplesmente o catalizador dessa áurea que faz com que a soma de uma Rita e uma Margarida na sua casa de Móstoles seja bem mais que um par de tugas emigradas. Porque mesmo com telefone, internet e o diabo a quatro, quando eu andava por casa a refilar que eram todos uns coninhas porque ninguém queria ir beber uma cerveja para desanuviar na véspera de um exame, e ela reclamava que eram todos uns peixeiros e que tinha tantas saudades do silêncio do nosso Portugal, só lá estávamos as duas, em carne e osso, para rir na cara uma da outra. Ou chorar, se fosse necessário.
A Rita é uma das minhas melhores amigas, e, como todas as minhas melhores amigas, é uma gaja com os tomates no sítio. Por isso, mesmo quando estamos longe, que de resto é quase sempre, lembro-me sempre que "we'll always have Tonicê". E eu sei que ela também.
A verdade é que, placebo ou não, o amigo Tonicê ajudou-nos a levar para diante aquele mestrado-pós-graduação-cena-a-dar-para-o-MBA-mas-de-empresas-energéticas, que foi esse ano no ISE. Com tanta noite (quase todas) a deitarmo-nos perto das três da manhã, para as sete já estarmos a pé, mais a inevitável adaptação ao espanhol, no fim do ano, a Rita foi das melhores alunas a nível de exames e eu das melhores a nível de trabalhos práticos.
Sempre assim, ela mais dedicada - ok, marrona - e responsável, eu mais pragmática - ok, preguiçosa - e leviana. Cada uma com o seu estilo muito próprio, começámos por ser as portuguesas com quem ninguém queria trabalhar (não sabiamos espanhol). Acabámos como duas das mais respeitadas e disputadas (e fluentes em castelhano). Verdade seja dita, não envergonhámos Portugal. Eu e a Rita partilhámos uma casa e as nossas vidas por necessidade, somos muito diferentes, etc., etc., mas tornámo-nos grandes amigas e somos amigas para sempre. Acho que no fim de contas, são coisas fundamentais as que nos unem - somos honestas, directas, não somos rancorosas nem invejosas.
Talvez o Tonicê tenha sido simplesmente o catalizador dessa áurea que faz com que a soma de uma Rita e uma Margarida na sua casa de Móstoles seja bem mais que um par de tugas emigradas. Porque mesmo com telefone, internet e o diabo a quatro, quando eu andava por casa a refilar que eram todos uns coninhas porque ninguém queria ir beber uma cerveja para desanuviar na véspera de um exame, e ela reclamava que eram todos uns peixeiros e que tinha tantas saudades do silêncio do nosso Portugal, só lá estávamos as duas, em carne e osso, para rir na cara uma da outra. Ou chorar, se fosse necessário.
A Rita é uma das minhas melhores amigas, e, como todas as minhas melhores amigas, é uma gaja com os tomates no sítio. Por isso, mesmo quando estamos longe, que de resto é quase sempre, lembro-me sempre que "we'll always have Tonicê". E eu sei que ela também.
22.1.09
Cansada
Tenho andado com um cansaço mental que não me tem permitido nada. Nem escrever, nem ler, nem comentar. Admiro a dedicação que algumas pessoas têm aos seus blogs, mas eu sou mais de me deitar e relaxar, quando estou assim. O mais giro é que nesses momentos produzo grandes textos. Mas, como ainda não existe nenhuma máquina que passe directamente de pensamento para word, nada feito.
19.1.09
De volta a Madrid...
... depois de já ter estado em Barcelona e em Lisboa, começa-me cá a parecer que 2009 vou vivê-lo nos intervalos de fazer e desfazer malas e bagagens!!!
Ai viajar, viajar! É bom, mas cansa. É o que dá desejar muito uma coisa... depois ela acontece!
14.1.09
Esta semana, Tarragona
(É em Espanha, uma horita a sul de Barcelona.)
Dúvida existencial: quantas estrelas é que tem de ter um hotel para que haja cotonetes naquelas coisinhas que eles deixam na casa-de-banho?
EU PRECISO DE COTONETES. ACONTECE-ME SEMPRE O MESMO. JÁ DEVIA TER APRENDIDO. POIS.
10.1.09
9.1.09
Ai minha nossa senhora
Está a nevar há muitas horas em Madrid. Mas está a nevar mesmo a sério. Daqueles flocos gordalhunfos que nunca se vêm, aqui é mais neve-chuva. Em Madrid mesmo Madrid cidade.
Ora eu, depois daquele entusiasmo inicial de ver tudo branquinho, caí em mim, que já vivi um Inverno na Bélgica e isto de ficar contente quando neva é mesmo cena de mediterrânico que não faz nem puta ideia da desgraça que é um nevão valente.
Depois, muito, mas mesmo muito inteligentemente, decidi vir de carro. Eu e toda a gente, com aquele raciocínio óbvio do "daqui a meia hora já está a chover". Pois bem. Não. Continua a nevar. E a nevar. É o caos. É a desordem. Demorei duas horas a chegar ao trabalho, iam-me batendo, eu ia batendo em outros, ia atropelando pessoas incautas que se atravessavam alegremente à frente do meu 320d (muito bailarino, sem correntes nas rodas e com a tracção traseira a ajudar à festa).
Esta tendência dos bloguistas emigras para falar sobre o tempo pode parecer algo superficial e ridículo, afinal há problemas muito maiores por esse mundo fora, há guerra e frio e fome e tudo mais. Mas porra. É a nossa vida. E esta cena do tempo ao qual não estamos habituados muda tudo. Eu, pessoalmente, sou mais do Verão. Neve só mesmo nas pistas.
8.1.09
Janeiro é fixe (#1)
Fiquei com pena de ter sido injusta com este pobre mês no post anterior. Janeiro também tem coisas boas. Eventualmente futéis, mas boas. O regresso do Grey's anatomy depois da paragem de Natal, por exemplo. :)
Janeiro, Janeiro...
Não fosse o aniversário da minha mana lá bem para o fim do mês e Janeiro não tinha mesmo jeitinho. Era quase mês para ser banido do mapa dos meses, que uma pessoa chega a dia 31 e ainda se engana com o ano em que está, ainda diz no ano passado quando quer dizer há dois anos, e coisas assim do estilo.
Mas diz essa grande ciência por demais exacta - a astrologia - que o signo que se dá melhor com Leão (euzinha sem tirar nem pôr) é o Aquário, e dos Capricórnios também gosto, tenho várias boas amigas daquelas que a vida me levou para longe ** e que vejo tipo de dois em dois anos, mas adoro-as.
Enfim, isso deve significar alguma coisa. Ou talvez não, mas é que depois de quase três semanas de doces os meus neurónios estão gordos e as minhas sinapses encravadas de tanto colesterol.
(** Não sei se a vida as levou para longe ou se sou eu que fui para longe - quem tem o privilégio da escolha? Quem fica? Ou quem parte?)
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