25.4.09
O resto dos outros (#4)
24.4.09
O resto dos outros (#3)
23.4.09
O resto dos outros (#2)
22.4.09
O resto dos outros
Então, foi assim (vou tentar descrever os meus pensamentos aquando da observação do dito gráfico): Escrutínio rápido do gráfico - ok, os grandes, Alemanha, França, etc., talvez aqui nos mais pequenos, Irlanda, Bélgica, humm, não. Ok, estamos no "Resto", faz sentido, somos um país pequeno afinal... bom, a Bélgica também, mas pronto, eu vivi lá, as pessoas são diferentes lá, compreendem que a riqueza económica não cai do céu, é uma questão de mentalidade, que até temos boas condições para pôr mais indústria. Olha Sines, e aquele espectacular porto. Enfim. Ok, portanto, "Resto". Escrutínio rápido, início da lista, Suécia, Polónia, humm, meio da lista, Áustria... merda, queres ver que estamos no fim da lista? É sempre a mesma coisa, pá! Bom, vamos lá ver, fim da lista... Hungria. Hungria? Não há mais? Devo ter visto mal... deixa lá ver outra vez. Suécia, Polónia,..., Hungria. Pois. Não estamos. Ah, mas depois de Hungria vem "Outros". Ok. Estamos nos "Outros".
Escusado será dizer que não há gráficos com os "Outros". Os "Outros" não interessam. Porque ou és mais importante, e saltas à vista, ou não és tão importante, e estás no "Resto". Agora, se estás nos "Outros" do "Resto", vaitafoder, porque aqui não pintas nada! Porque és, nem mais, o resto dos outros. E esta é também, assim em linhas gerais, mais ou menos, a mesma razão porque nunca aparecemos nas tabelas da última página do Economist, mesmo que lá apareçam todo o tipo de inusitados países. Agora, perguntinha: quando eu tinha 16 anos e estava a decidir a que engenharias me ia candidatar, onde é que andavam estes gráficos?21.4.09
Dona fora...
19.4.09
De cerca, nadie es normal
La acción transcurre en una familia, en apariencia “normal”, una hija “normal”, unos problemas “normales”, un amigo “normal” y un novio con problemas de reinserción… esta mezcla explosiva provoca una serie de planteamientos acerca de la educación que los padres, en la actualidad, imparten a los hijos. Es lícito responsabilizar a los padres de todas las acciones de los hijos? Son los hijos los grandes perjudicados del último cambio generacional? Sea como sea, esta comedia muestra un reflejo de las familias actuales en apariencia “Normales”.
Fartei-me de rir. E deixou-me a pensar. Entradas no atrapalo.com. Últimos dias!
16.4.09
Poesia Matemática
14.4.09
Top 3 Madeira
13.4.09
A dura realidade é...
29.3.09
Coisas da vida
28.3.09
Ainda o tempo
27.3.09
Quero muito mais
25.3.09
14.3.09
Hot and Cold
13.3.09
11.3.09
10.3.09
Ho ho, very funny; ha ha, it is to laugh...
9.3.09
A vida continua
22.2.09
17.2.09
As bruxas não existem...
16.2.09
A caminho de algo pior...
13.2.09
Hipotecada
Anthony Suau, USA, for Time. 12.2.09
Adeus Mégui
11.2.09
Oração dos passageiros frequentes
10.2.09
8.2.09
Úlcera Corneal
7.2.09
Em lista de espera
"And in the end, of course, it all went bad. The last part of the book makes sobering reading. The empires of the Big Rich, and their Neronian lifestyles, could not survive repeated collapses in the oil price. The Texas fields started to give out. The federal authorities played their part, tying up the oilmen with investigations of predatory pricing and a wiretapping scandal that almost destroyed the Hunt family. Today, the Big Rich are just humdrum rich."
6.2.09
2009
2.2.09
Isto não são os Óscares...
Rosana Pastor por Carolina Herrera
Olivia Molina por Azzaro
Angeles Gonzala Sinde por Devota e LombaMais detalhes sobre a 23ª edição dos prémios Goya neste meu artigo no Moviz, que eu, como não estou suficientemente contente com a minha genralizada falta de tempo, resolvi tentar este novo hobbie e colaborar com a malta! :)






