27.1.10

Oil Refinery by Edbob

26.1.10

Muita coisa ao mesmo tempo (MCAMT)

A prova da riqueza do Facebook fica em parte demonstrada pela dificuldade em explicar a um leigo em que consiste, bem como as diferentes percepções que cada pessoa pode ter do mesmo (por exemplo, o Farmville é um FB sine qua non para muita gente, no entanto para mim é tão somente uma palavra desinteressante que já tive de ler demasiadas vezes). Mas mais ainda, uma mesma pessoa pode ter variadas percepções do FB em diferentes momentos da sua vida. Vejamos um exemplo próximo a mim. Quando convidei pela primeira vez a minha irmã para o Facebook (lá para o início de 2008), ela olhou para mim com ar meio asqueado "isso é para velhos, eu não gosto disso". Claro, o Hi5 é que era a bomba. Agora que tem os pais no Facebook, a mesma menina indigna-se, tendo olhado para a minha mãe com similar ar de desdém, mas desta feita para contrapôr: "mas isso é para engates, vê lá tu e o pai não se zanguem". Portanto, em dois anos, a percepção do Facebook, para a minha irmã, mudou de coisa secante de velhos para potencial destruidor de casamentos. Em dois anos pergunto-lhe otra vez, e aposto que a minha teoria do MCAMT se consolidará.
E agora para a minha querida Pólo Norte: ao contrário do que supões, os dias de ouro da jeitosa da minha irmã no Facebook não vão terminar. Ela avisou os pais para não ousarem convidá-la, que lhes espetava logo com um ignore. Uma moça frontal e sem papas na língua. É bom saber que aprendeu umas coisas com a mana mais velha.

And yet it does rise

Esta noite nevou outra vez em Madrid. Até me custa a crer que se prevê que 2010 seja o mais quente da década (daquela década que AINDA NÃO acabou, ok?, a que vai de 2001 a 2010). "The betting is that 2010 will be the hottest year on record. But understanding how the planet’s temperature changes is still a challenge to science." A excelência, as usual, pela mão do Economist, para ler aqui. Bom dia!

25.1.10

Um bocadinho mais de ilusão?

Comenta a Rita a propósito das notícias recentes de tráfico de crianças no Haiti que coisas como essa a fazem questionar a sua percepção da vida, e passo a citar: "Toda a minha concepção de vida assenta no princípio de que a natureza do ser humano é intrinsecamente boa, que não há pessoas genuinamente más: apenas pessoas infelizes que por não conhecerem outra realidade, não sabem, porventura, fazer feliz o seu semelhante." E nisso somos intrinsecamente diferentes: eu tenho a certeza que a natureza humana é genuinamente maldosa, e que o contrário é que é a excepção. Eu acho que os traumas, o meio em que vivemos, etc, não justificam tudo, nem muito, aliás, às vezes sinto-me radical e acho mesmo que não justificam nada de nada. Then, again, a coisa andará algures lá no meio. Há pessoas que são muito boas tendo tido vidas que para muitos justificariam todo o contrário, e vice-versa também (acho que é o mais comum, gente má como as cobras que não se percebe what the fuck lhes poderia ter acontecido que resultasse em tanta malvadez.) Eu nestes temas sou muito pouco empirista: penso que a genética (ie, a ciência) tem muito ue nos ensinar sobre a tão sobre valorizada natureza humana. Mas às vezes gostava de ser um pouco como a Rita: é verdade que ao esperar sempre o melhor ela também se desilude muito, mas eu vivo em permanente desilusão, bolas, e cansa.

24.1.10

It's the end of the world as we know it

O Oscar, meu padrasto, já está no Facebook - Feisbuk, em espanhol - e mais: ao fim de cinco minutos já tinha sete amigos e já comentava fotos. O Oscar, o mesmo que odiava computadores e que sempre dizia já não ter idade para estas coisas. Mas lá está ele, a encontrar os velhos amigos da África do Sul que não vê há décadas e os amigos das almoçaradas em Lisboa, como se fosse exactamente a mesma coisa. Mas é que agora é exactamente a mesma coisa, e o Facebook não só permite isto, também o torna tão mais fácil, agradável e menos constragedor do que qualquer outro meio de comunicação. Não é fácil abordar uma pessoa que não se vê há anos, mesmo por e-mail ou MSN, e isto no caso de se ter conseguido descobrir a pessoa em questão... e no Facebook é tão fácil. O Facebook é poderoso. Parece-me uma daquelas invenções que no início são fixes, depois são reconhecidas como boas e só mais tarde são vistas como o que realmente são - absolutamente geniais.

... and I feel fine!

E para quem ficou a cantarolar o refrão da musiquinha dos R.E.M., aqui está o link:

23.1.10

Capa de Calendário

Uma das fotos da Mégui saiu na capa e ainda foi mês de um calendário de animais. Até chorei quando vi. Dos muitos animais abandonados, maltratados, orfãos, subnutritos e piolhosos que me têm passado pelas mãos, a Mégui foi a única a quem tive de dar biberão durante umas semanas, não sabendo se ia ou não sobreviver, sempre no fio da navalha. Depois dessa primeira etapa tão bem sucedida, veio o pior: a Mégui tinha leucemia felina, e não houve tratamento ou tratamentos aumentadores de imunidade que lhe valesse. Só viveu 6 meses. No entanto, não morreu na beira de um passeio com poucos dias de vida, mas sim em sua casa, quentinha, ao colo do dono.
Clicar na foto para aumentar e ver a Mégui :)

22.1.10

Há Mais Mundos

Tive o meu primeiro computador quando fiz 15 anos. No 9º ano ainda dactilografei vários trabalhos da escola na velha máquina de escrever da minha mãe, porque não gostava dos trabalhos escritos à mão. Perfeccionista como sempre fui, cada folha tinha de ficar absolutamente perfeita, o que me fazia repetir algumas páginas 3 e 4 vezes. Acho que este factor levou a minha família a antecipar o grande esforço financeiro que para nós representou comprar um computador, uns 500 contos, mais a impressora, uns 150 contos, valores que comparativamente aos padrões de vida de hoje, com actualizações do valor do dinheiro e essas técnicas todas, representam bem mais que 2500€ e 750€. A chegada do computador é algo que me lembro com contornos muito nítidos, até porque também adquirimos um modem e um serviço de internet que se pagava por horas. Ainda tenho um livrinho que explica o que é a World Wide Web e o Netscape(!). Pensar que isto foi em 1995! Dos anos 90 tenho a lembrança de uma década absolutamente moderna, mas em relação a estes temas estávamos ainda no princípio dos tempos. Bom, chegado o computador havia que pô-lo a render. E foi Português a disciplina que me deu a oportunidade ansiada. Um trabalho sobre um livro a escolher de uma lista. Posso dizer que foi uma tarefa árdua, uma batalha virtualmente sangrenta com o Word, e só não virei à pancada ao PC porque tinha sido TÃO caro que doia. O culminar da aventura deu-se quando apaguei o trabalho 90% feito, por ter seleccionado tudo e carregado enter, e depois ter fechado o ficheiro (guardando as alterações) e só bastante mais tarde me ter lembrado daquela teclazinha, o undo. Too late. Tive que fazer tudo outra vez, porque obviamente também não tinha nenhum backup do documento. Este evento caótico de acções parece hoje ridículo, mas nesse tempo em que tudo era tão novo, foram erros possíveis e até mesmo aceitáveis - embora pagos com muitas horas de sono. Assim perdi a virgindade com o mundo das novas tecnologias, mundo esse que depressa se converteu em, simplesmente, aquele em que vivemos. E como dizem, boa ou má ou péssima, a primeira vez nunca se esquece. Posso afirmar que nunca mais analisei um livro tão a fundo (nem mesmo os Lusíadas) e bem guardadinho o tenho, cheio de apontamentos e muito amarrotado. Esse livro é o "Há Mais Mundos" do José Régio. Não sei explicar porquê, mas gostei do nome.

20.1.10

Santo Print Screen

Ou, como se diz em espanhol, imprimir pantalla, é uma teclazinha que já existia nos computadores pré-históricos dos Flinstones. Até os meus gatos conhecem e utilizam o print screen (depois de o arrancarem do teclado gostam de persegui-lo casa fora). Por isso, irrita-me até à ponta da minha já inexistente franja (cresceu, snif snif), andar a ver lojas online, querer guardar registo de um artigo que gostei, ir à imagem, botão direito, e mais uma vez, nada de "save as", ou, pior ainda, uma mensagenzinha moralista "esta imagem é propriedade de bla bla bla, e és uma menina muito feia que devias levar muitos tataus, menina feia, ta-tau". E enquanto, roxa de raiva, me entretenho a fazer crops ao bendito do printscreen (como se não tivesse mais nada que fazer, não é?), tenho como banda sonora mental a linda música daquele brilhante anúncio dos cinemas, o "Você nunca roubaria... tchan tchan, tchan tchan". Ah pois não. Então não. Esqueçam!!! É a rede. Ouviram? "A" rede. "Isso-da-net", como diz a minha avó. Não vale a pena. Parvos.

19.1.10

Cidades 2009

As cidades que eu visitei pela primeira vez em 2009, por ordem cronológica. La Coruña: fui lá parar por trabalho mas revelou-se uma agradável descoberta, e excepto pelo clima (chuva chuva chuva) é uma cidadezinha bastante agradável. (Na foto o único sábado de Julho de 2009 em que fazia um sol escandaloso, segundo o guia turístico.) Munique: não que tenha grandes intenções de mover-me para aquela zona, mas se o destino assim o quiser, parece-me uma cidade muito fixe para se viver. Salzburg: Check! (And that's about it...) Funchal: passeios de calçada portuguesa onde se pode andar de saltos altos, ruas limpas e jardins arranjados? Madeira is not Portugal! Assim à laia de "catalonia is not spain". Lá que é, é. Mas não parece! Granada: MARAVILHOSA! Merece reportagem fotográfica mais detalhada... Houston: Compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras, compras! Ah, e petróleo! :D Liverpool: como mencionado aqui, mas nem fotos tirei... é que excepto o museu dos Beatles (lá dentro não chovia!) é mediocrezinha. Cada vez gosto menos do UK.

18.1.10

Desdentada e tontinha de todo

Talvez não tenha sido grande ideia a de ir arrancar os dois sizos que ainda por cá andavam (lá se vai o resto do meu juízo à vida) umas horas depois de ter realizado os exames médicos anuais.
Desde então, a minha frágil tensão 9-6 (nos dias bons) anda a fazer exercícios de queda livre quando bem lhe apetece: acreditem, não é mesmo nada fácil fazer uma vida normal sabendo que a qualquer momento vou ficar tonta tonta tonta e enjoada e enjoada e enjoada. E se vou a cruzar a rua e me atropelam? E se vou a conduzir e atropelo alguém?
E o sono? Tenho tanto, mas tanto sono que nem sei. Malditos sizos, bolas. Demoraram 10 segundos a arrancar, e eu tão contente, mas os sacanas são vingativos, ai é, arrancaste-nos, agora aguenta-te. É que isto já dura há quase uma semana...

14.1.10

Monumento do ano 2009

Tantas foram as viagens em 2009, mas não tenho dúvidas: a Alhambra de Granada, saída do meu imaginário directamente para a vida real.

13.1.10

Já Janeiro vai a meio

Quando descubro que ganhei a lotaria de Natal!!!!!!!!! Ganhei 100 euros, mas fiquei tão contente de que finalmente tenha saído algo que até parece que foi mais dinheiro. É que aqui em Espanha, jogar na loteria de Natal tem mesmo de ser senão é bem capaz de cair o Carmo e a Trindade! Agora sim sinto que 2010 começou. Feliz ano!

20.12.09

Não nevou em Madrid, mas assim que cruzei a fronteira entrei no diluvio do século! Deus, o que chove nesta terra... Entretanto, vi-me forçada a ouvir o Benfica-Porto, e a apoiar o meu homem, que vinha a comer as mãos com os nervos. Mas pronto, já que o meu Sporting está de férias, pelo menos alguém cá em casa anda feliz!

19.12.09

Copenhaga

Kal's cartoon 10/12/2009
... foi assim. O Economist já tinha avisado. Pensando bem, podiam ter poupado a cimeira e ido de férias mais cedo. Verdade seja dita que ler o Economist é uma faca de dois gumes: se por um lado uma pessoa anda sempre bem informada, por outro, nada a pode surpreender. Às vezes pergunto-me se as coisas não acontecem simplesmente porque o Economist o disse. Mas depois lembro-me que a magnitude da mais recente crise nem eles conseguiram adivinar, e fico mais descansada.

São só possibilidades, mas...

Parece que esta noite vão fazer -15ºC. Parece que quando acordar vai estar tudo branquinho. Parece que ainda não tenho bem a certeza se vou conseguir chegar a Lisboa amanhã.

15.12.09

Sessenta-e-nove

Sim, 69. Número de vezes que voei em 2009. (Se tivesse tentado acertar com este número não tinha conseguido!) TOP 3 Aeroportos Madrid Lisboa A Coruña

14.12.09

Bueno, Malo, Jodido

(clicar para ver melhor)

Inverno

Chegou a Madrid. Hoje. Nevou. :) Tá um frio do caraças, mas a minha rua branquinha fica mesmo gira.

12.12.09

Last but not the least

Depois de Liverpool, Lisboa y Madrid, aqui estou em La Coruña prestes a apanhar o meu último voo de 2009!! Mas claro, a mim que me passa de tudo... tenho um atraso de duas horas num avião a um sábado à hora de almoço...enfim, isto só pode ser mau olhado. Mas hoje ninguém me põe de mau-humor: em Madrid espera-me a primeira festa de Natal do nosso grupinho de think thank tuga em Madrid, hosted at my place, chez moi, ¿como no? Antes, ainda farei uma paragem express na Mango da T4 de Barajas, onde as queridas meninas me estão a guardar umas botas lindíssimas, 37, com desconto substancial, desde a última quarta-feira... Portanto, o voo atrasa-se? Who cares? Afinal, é Natal!!!

1.12.09

Liverpool

Lá estarei até sábado. Beijinhos!

27.11.09

Mais uma viagem...

... mais um passeio pela T4. Gosto mesmo da T4 de Madrid. Devia dizer "o" T4, não é? Em português é "o" terminal? Ai ai, já nem sei falar. Mas pronto, gosto mesmo "da" T4. Tanta convivência tinha que dar nisto. Na sua curta vida, a T4 já sofreu um atentado (precisamente no estacionamento onde eu costumo ficar), e depois o acidente da Spanair, e eu estive lá poucos dias antes ou depois desses fatídicos eventos. Já sei que Espanha é o único país da Europa com terrorismo activo, e que Madrid é sempre o alvo preferencial, e que um aeroporto é um aeroporto... mas não, não tenho medo! Eu vi a T4 nascer! A primeira vez que lá entrei foi no seu segundo dia de funcionamento, e deu logo para andar no mini-metro, correr para a porta alterada e passar o controlo de bagagem 2 vezes! Eu até estive na T4 no dia do nevão em Madrid (isto é tema para outro post, mas por estas bandas falar no dia do nevão de Janeiro é tipo a cena do "onde é que você estava no 25 de Abril?"). Enfim, a T4 é um bocadinho minha. Às vezes viajo em business (com as rugas, vem o estatuto, deus me livre de mais) e nem meto os pés no Vip Loung, cheio de homens cinzentos que olham para mim de soslaio, porque eu NUNCA viajo de fato e eles ficam confundidos, não bate certo que eu seja uma executiva. Mas eles sabem que eu o sou porque todos os demais sinais estão lá: portátil, blackberry, mala Samsonite e todos os demais gadgets frequent flyer. Isto para dizer que eu gosto é de andar por lá, e ver os estudantes e o resto da malta que viaja low cost, todos super animados e super turistas. Gosto de ver pessoas com os cãezitos pequenitos pela trela, gosto de ver velhotes desubicados e super prafrentex, que a vida é para viver e o mundo é para conhecer. E já me habituei a comprar praticamente todos os meus productos de beleza, e roupa na MNG e na Zara y até o rum castanho (bacardi sucks) nas lojas do aeroporto, que são mais baratas e normalmente menos abarrotadas que cá fora no "mundo real". Eu acho que já nem sei como viver sem a T4. (Bonito, estou apaixonada por um aeroporto...)
Foto por : Paulo César

26.11.09

E não é que já passou uma semana e eu nem dei por isso?

20.11.09

E não é que este fds estou em Madrid?

Com toda a movida viajante dos últimos tempos, sabe mesmo bem. :)

Sim! Sim! Sim!

Nem aguento em mim de contente! Finalmente faz-se justiça. Tantas horas de abandono pelos aeroportos desse mundo cruel (ler com ar dramático e mão na testa, por favor) vão finalmente ser recompensadas! :) A notícia no 20minutos.es: El Tribunal de Justicia de la Unión Europea (UE) concluyó este jueves que los pasajeros de los vuelos que hayan sufrido un retraso superior a tres horas tienen derecho a reclamar una indemnización equivalente a la prevista para casos de cancelación. El Tribunal entiende que el perjuicio que sufren los usuarios cuando su vuelo se retrasa más de tres horas es "análogo" y les sitúa en una "situación comparable" a la de los viajeros que afrontan una cancelación, ya que ambos pierden su tiempo. Por esta razón, "no estaría justificado que se tratara a los pasajeros de los vuelos retrasados de modo distinto". La legislación comunitaria prevé que los pasajeros de vuelos cancelados puedan reclamar una compensación a tanto alzado de entre 250 y 600 euros, pero no menciona explícitamente que los pasajeros de los vuelos retrasados disfruten también de este mismo derecho. Sin embargo, el Tribunal de Luxemburgo considera que si los pasajeros de vuelos cancelados con poca antelación tienen derecho a ser indemnizados siempre que aterricen tres horas más tarde de lo previsto aún cuando la compañía aérea les ofrezca un vuelo alternativo, lo mismo debe ocurrir con los que sufren grandes retrasos. Las aerolíneas quedarán exentas de la obligación de indemnización siempre que puedan probar que el retraso se debe a circunstancias extraordinarias que escapan al control efectivo de la compañía y que no podrían haberse evitado. En este sentido, el Tribunal recuerda que no podrán considerarse "circunstancias extraordinarias" los problemas técnicos surgidos en el avión a menos que se deriven de acontecimientos que no sean inherentes al ejercicio normal de la actividad de la compañía. En paralelo, los magistrados aclararon que a pesar de que los pasajeros tengan derecho a una compensación por retraso de más de tres horas equivalente a la de una cancelación, "la duración del retraso no basta para que el vuelo pueda considerarse cancelado". El vuelo sólo se considerará cancelado si con posterioridad a la hora de salida prevista la aerolínea traslada a los pasajeros a otro vuelo distinto al de su reserva. La sentencia de este jueves del Tribunal de la UE responde a las dudas que plantearon las autoridades judiciales alemanas y austríacas, que a su vez deben decidir sobre los recursos presentados por pasajeros de las compañías Condor y Air France en los que reclaman una indemnización equivalente a la prevista en caso de cancelación porque sus vuelos llegaron a su destino con 25 y 22 horas de retraso. E agora vou ali refazer umas reclamações que tinham ido para a gaveta porque as companhias chamavam "atrasos" o que realmente foram "cancelamentos". Agora vão ver como os vou esmifrar a todos até ao tutano. Sim. Vou mesmo. E vai ser tão bom.

19.11.09

Até fiquei indisposta

Recebi um convite para o lançamento do livro ""Diez años de jurisprudencia de la Audiencia Nacional en materia de Derecho de la Competencia". Vão lá estar montes de senhores importantes, sérios e chatos. Deus me livre.

Roubalheira

Recentemente, mais dois exemplos. - Licença internacional de condução: Espanha - 9€ Portugal - 45€ (E o senhor do ACP ainda tem o descaramento de me dizer que se me fizer sócia tenho um desconto de três euros...) - Saquinhos transparentes do aeroporto, aqueles onde temos de pôr os líquidos e cremes, aqueles que têm de ser mesmo aqueles, e não outros quaisquer, ainda que de dimensões e transparência similar... Madrid, Paris, Detroit, Houston, La Coruña (últimos aeroportos por onde passei) - grátis Lisboa - 1€ cada dois saquinhos, desde a semana passada. Podem ser detalhes, é verdade que não matam, mas moiem... nestes momentos passa-me logo a vontade de voltar a Portugal...

16.11.09

Eu já

Eu já... me esqueci de um portátil na casa de banho de um aeroporto (mas recuperei-o!). Eu nunca... mais voltei a ver o meu primeiro amor (felizmente, que deve estar gordo e feio...). Eu sei... que nunca me vou sentir absolutamente realizada (ah, eternamente insatisfeita). Eu quero... muito (e sempre mais). Eu sonho... demasiado (e demasiadamente real). Directamente do Quadripolaridades, para quem lhe apetecer...

13.11.09

És oficialmente um frequent flyer

... quando fazes o check in online de um voo de 60 euros e a companhia oferece-te passar a business, porque "és um passageiro importante". Adoro estas estratégias de marketing! Venham mais!

You're all alone

T4 de Barajas by Ângela Silva
Ou os meus já muitos pequenos-almoços apressados com esta paisagem de fundo. Um aeroporto é o sítio onde melhor se respira a solidão. Quanto mais cheio está, mais sozinhos estamos.