Ontem estive no Bairro Alto. Com o passar do tempo cada vez mais vejo Lisboa com olhos de fora. Pensar que foi lá que comecei a sair à noite em Lisboa (quem se lembra do bar aberto do Rookie à sexta-feira em meados da década de 90?), e depois de tantas e tantas noites, agora dou por mim a olhar para os azulejos e para os prédios e para a calçada e para as lojas e reconhecer que é tudo tão peculiar, quando antes simplesmente era.
E comprei uma pastilha Gorila de menta no quiosque no largo do Camões. Muito à frente.
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
30.5.10
7.5.10
By the way
Estou em Lisboa. E também profundamente desiludida com a D.Emília. Chega uma pessoa de fim-de-semana toda laroca, vai de abrir a porta do quarto a ver que tal a mestria almofadeira da semana, e é sempre a mesma coisa, ou assim ou assado. Quer dizer. Assim não vale.
(Então bom fim-de-semana, minhas jóias!)
(Então bom fim-de-semana, minhas jóias!)
27.4.10
Um bocadinho de música clássica por dia, nem sabe o bem que lhe fazia!
É, agora sou uma pessoa muito mais à frente e todos os meses vou ver um espectáculo de "algo" clássico. Começou no mês passado (eu queria falar nisso de forma séria mas já não me lembro o que fui ver), e este mês foi a vez dos Dias da Música no CCB.
Não, não me estou a armar em pedante, isto é mais um dos projectos do meu multifacetado namorado tentando que me torne numa pessoa melhor. Ainda lhe custa acreditar que eu sou uma nulidade musical a todos os níveis (e que mesmo assim ele está comigo). Eu bem lhe tento explicar que não podemos ser todos perfeitos, ora, ele é do Benfica, eu não acerto uma nota musical (nem ouvida nem cantada).
Mas adiante, como tenho um ouvido mesmo muito limitado não sei apreciar as maravilhas da música clássica e até recentemente só recorria a ela em casos extremos. Como por exemplo em Janeiro, que me vi presa dentro do carro, com um ataque de ansiedade, no meio do nevão da década, sem correntes e com camiões acidentados por todo o lado (a viagem Lisboa - Madrid demorou umas módicas 11 horas a ser feita, e eu sozinha da Silva). Aí, a música clássica salvou-me a vida, obrigada, obrigada, que eu com os nervos que levava nem fumei para poder ter sempre as duas mãos no volante.
Agora, num dia normal, ouvir música clássica... huuum, pois, enfim, sou do povo, que fazer? Em compensação, estou a descobrir que é muito mais divertido ver tocar música clássica. Primeiro, porque se pode saber exactamente do onde é que estão a vir os sons. Depois, e é mesmo isto que eu gosto, posso ver as pessoas que tocam a alucinar com o que estão a fazer, é fixe. Até me começo a embalar ao som da música, mas já percebi que isso é coisa que ninguém faz, não percebo porquê, não sentirão a música? Devo ser mesmo muito pindérica.
Em breve vai ser ver-me a tratar o Chopin e o Rachmaninov por tu. Estou a gozaaaaar, eu sei que eles já bateram a bota (isso até eu sei). Mas vocês perceberam.
Não, não me estou a armar em pedante, isto é mais um dos projectos do meu multifacetado namorado tentando que me torne numa pessoa melhor. Ainda lhe custa acreditar que eu sou uma nulidade musical a todos os níveis (e que mesmo assim ele está comigo). Eu bem lhe tento explicar que não podemos ser todos perfeitos, ora, ele é do Benfica, eu não acerto uma nota musical (nem ouvida nem cantada).
Mas adiante, como tenho um ouvido mesmo muito limitado não sei apreciar as maravilhas da música clássica e até recentemente só recorria a ela em casos extremos. Como por exemplo em Janeiro, que me vi presa dentro do carro, com um ataque de ansiedade, no meio do nevão da década, sem correntes e com camiões acidentados por todo o lado (a viagem Lisboa - Madrid demorou umas módicas 11 horas a ser feita, e eu sozinha da Silva). Aí, a música clássica salvou-me a vida, obrigada, obrigada, que eu com os nervos que levava nem fumei para poder ter sempre as duas mãos no volante.
Agora, num dia normal, ouvir música clássica... huuum, pois, enfim, sou do povo, que fazer? Em compensação, estou a descobrir que é muito mais divertido ver tocar música clássica. Primeiro, porque se pode saber exactamente do onde é que estão a vir os sons. Depois, e é mesmo isto que eu gosto, posso ver as pessoas que tocam a alucinar com o que estão a fazer, é fixe. Até me começo a embalar ao som da música, mas já percebi que isso é coisa que ninguém faz, não percebo porquê, não sentirão a música? Devo ser mesmo muito pindérica.
Em breve vai ser ver-me a tratar o Chopin e o Rachmaninov por tu. Estou a gozaaaaar, eu sei que eles já bateram a bota (isso até eu sei). Mas vocês perceberam.
13.4.10
Grande notícia para o colectivo ISTense
Alameda is back!
Para todos aqueles que, como eu, viram a Alameda ser feita em fanicos pelos estaleiros das eternas obras do metro, aqui está a boa nova. A Alameda as it once was está quase, quase de volta. Com relva novinha e fresquinha incluída.
Dona Emília mestre almofadeira
7.4.10
Ser turista em casa
Isto de ir tantas vezes a Lisboa mas não viver em Lisboa é giro. Quando era mais emigra e ia a Lisboa quando o rei fazia anos era sempre tudo uma lufa lufa de visitas familiares. Assim logo de chofre, tinham de ser pelo menos a família da mãe, a família do pai, a família da mãe dele e a família do pai dele (isto de ter pais separados é giro, a sério, não sei a quem lhe ocorreu alguma vez afirmar o contrário!). Depois avós e alguns amigos mas nunca dava para todos e nem tempo para comer um pastelinho de Belém (ok, seis) sobrava.
É uma vertente interessante esta nova, de quase turista habitual. Agora que vou a Lisboa tantas vezes, posso escalonar encontros com família e amigos e ainda tenho tempo para fazer aquelas coisas giras que os turistas fazem mas os alfacinhas residentes nem sempre, ou quase nunca, como ir para a Baixa sacar fotos ao relógio que não funciona, fazer visitas guiadas à Mouraria ou então outras coisas mais pindéricas, como visitar o Cristo Rei (há quantos anos não vão lá, heim?). Tudo isto nos intervalos de enfardanço bom e barato e digestões pesadas com o Tejo à vista, quem quando em Portugal, não esquecer, o importante é comer.
Quando trago o carro espanhol, ainda é mais divertido, porque vivo a experiência de eu saber que eles não sabem que eu sou tuga. E quando me ofendem e eu respondo, é ver a cara de assombro quando lêem os meus lábios. Sim, leêm-me os lábios, porque eu sou fina, mando-os para a c*****o, mas sem abrir a janela nem por a cabeça de fora. Enfim, detalhes distintivos de uma lady.
É uma vertente interessante esta nova, de quase turista habitual. Agora que vou a Lisboa tantas vezes, posso escalonar encontros com família e amigos e ainda tenho tempo para fazer aquelas coisas giras que os turistas fazem mas os alfacinhas residentes nem sempre, ou quase nunca, como ir para a Baixa sacar fotos ao relógio que não funciona, fazer visitas guiadas à Mouraria ou então outras coisas mais pindéricas, como visitar o Cristo Rei (há quantos anos não vão lá, heim?). Tudo isto nos intervalos de enfardanço bom e barato e digestões pesadas com o Tejo à vista, quem quando em Portugal, não esquecer, o importante é comer.
Quando trago o carro espanhol, ainda é mais divertido, porque vivo a experiência de eu saber que eles não sabem que eu sou tuga. E quando me ofendem e eu respondo, é ver a cara de assombro quando lêem os meus lábios. Sim, leêm-me os lábios, porque eu sou fina, mando-os para a c*****o, mas sem abrir a janela nem por a cabeça de fora. Enfim, detalhes distintivos de uma lady.
Nem o Cristo escapa!
28.3.10
Ai que lindas
E depois chega uma pessoa a Lisboa, estafada mas contente, e tem uma surpresinha à espera no quarto.
(ver foto)
(analisar foto)
(chorar a rir com a foto)
Estas são algumas das coisas lindas, autênticas instalações deconstrutivas modernistas dignas de exibição na colecção Berardo, que a Dona Emília faz lá em casa.
Há um momento na vida de todas as empregadas em que já se sentem confortáveis, e de repente, pim pam pum, começam a deixar a casa "mais" bonita. Chegou esse momento para a D. Emília. As almofadas são o seu alvo preferido. Ela acha que aquela maneira organizada de deixar as almofadas, direitas, juntas, umas à frente das outras, é de uma total falta de gosto.
E como a menina Margarida não está cá e o menino Ricardo nunca refila com nada, toca a mudar tudo de sítio: a começar, lá está, pelas almofadas. Lindas.
23.3.10
Estilo e personalidade
Pronto, pronto, como tenho aqui o mail a rebentar de tantos pedidos sentidos e verdadeiramente comoventes, aqui vai uma foto minha. Claro, tem de ser de costas e com fraca qualidade, que se a "Hola" quer, tem de pagar. E vocês sabem que os bandidos bem tentam enganar mas não pode ser.
Só mais uma coisa, eu estava *mesmo* a correr, OK???? Pode não parecer, mas deve ser um efeito de óptica idiota, só pode.
Quem corre por gosto não cansa
Toda uma lição de vida para os dorminhocos que não apareceram. Na meta havia uma piscina olímpica cheia de pastéis de Belém quentinhos, e os primeiros 9999 a chegar tinham direito a chafurdar à vontade e à bruta. Coitadinhos, afinal perdemos resmas de preciosas calorias nesta esforçadíssima travessia. Merecíamos, tá?
(Ó senhor da foto, por favor não me processe, eu estou só a brincar...)
(Ó senhor da foto, por favor não me processe, eu estou só a brincar...)
A gloriosa chegada à partida
Chegar à partida foi toda uma aventura, uma mini-maratona da margem sul por chamar-lhe algo. Ficou claramente provado que as saídas da estação do Pragal são demasiado estreitas, mas para compensar das pisadelas, cotoveladas e profícuo cheiro a axila sem desodorizante (como é que é possível às 9 da manhã?) pelo menos tinhamos banda a tocar para nós, que fino.
As provas
Então, não acreditaram quando eu disse aqui que ia "correr" na ponte? Claro que só foram os malucos do costume, porque os outros ai e é tão cedo, ai e tenho um casamento no sábado, ai e este ano está tanto frio, ai e dói-me a unha do pé, ai e oh maggie podias ter avisado antes (esta foi de uma amiga desnaturada que não visita o blog). Enfim, tudo desculpas esfarrapadas, já se sabe, cambada de preguiçosos é o que é.
Tenho montes de fotos - aqui vai disto!
Tenho montes de fotos - aqui vai disto!
22.3.10
21.3.10
Desde que se veja a ponte
Desde que se veja a ponte, os hermanos são felizes. Ainda bem que eles me vêm visitar e me recordam que a minha cidade é ainda mais bonita do que eu me lembrava. Porque há mais mundos, mas Lisboa é o primeiro deles todos.
19.3.10
4.2.10
8 anos depois
Vou voltar a correr na ponte! Para ser mais exacta, vou caminhar a passo rápido na ponte, e parar várias vezes para tirar moooontes de fotos. E vêm espanholas comigo!
¿Quién se apunta? :)
¿Quién se apunta? :)
31.1.10
Lida da casa
Nada como pegar fogo à casa para potenciar "aquelas" arrumações pendentes deste a vitória dos aliados. Na sexta-feira, enquanto eu voava tranquilamente para Lisboa, mal podia imaginar que ia ficando sem namorado, sem gatos e sem casa.
Um "pequeno acidente", como ele lhe chamou, mas mais uns minutos e ardia tudo. Eu que tenho que gramar com formações de segurança a torto e a direito sei como é: bastam 12 minutos para uma divisão de 15 m2 arder completamente. Ora esse é precisamente o tamanho do escritório e não fossem os gatos terem dado o alerta correndo histericamente pela casa e o meu amor bem teria continuado a dormitar no sofá, e nem gosto de imaginar o resto.
O bom de tudo isto é que, apesar de só ter ardido um livro, o escritório ficou todo chamuscado e mal cheiroso, pelo que teve mesmo de levar uma limpeza a fundo, com consequente eliminação de montes de tralha, papelada e afins. É para verem como o meu querido namorado é exímio a protelar tarefas desagradáveis. Foi preciso que a casa viesse (quase) abaixo!
Um "pequeno acidente", como ele lhe chamou, mas mais uns minutos e ardia tudo. Eu que tenho que gramar com formações de segurança a torto e a direito sei como é: bastam 12 minutos para uma divisão de 15 m2 arder completamente. Ora esse é precisamente o tamanho do escritório e não fossem os gatos terem dado o alerta correndo histericamente pela casa e o meu amor bem teria continuado a dormitar no sofá, e nem gosto de imaginar o resto.
O bom de tudo isto é que, apesar de só ter ardido um livro, o escritório ficou todo chamuscado e mal cheiroso, pelo que teve mesmo de levar uma limpeza a fundo, com consequente eliminação de montes de tralha, papelada e afins. É para verem como o meu querido namorado é exímio a protelar tarefas desagradáveis. Foi preciso que a casa viesse (quase) abaixo!
29.1.10
Feliz
Está uma sexta-feira solarenga e lindíssima em Madrid (espero que em Lisboa também). A minha mana faz 21 aninhos, vou passar o fds a Lisboa e vou estar dois dias inteirinhos com os meus 5 gatarrões (incluo obviamente o gato-dono na listagem). Resumindo, estou feliz.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


