31.3.10

Alice

Depois de os desenhos animados terem sido os preferidos da minha infância. Depois de ter lido os dois livros quando tinha 9 anos. Depois de ter crescido e de me ter esquecido. Depois de ter feito um trabalho na universidade que me obrigou a ler sobre a vida da verdadeira Alice (a Liddell) e do verdadeiro Carroll (o Charles). Depois de ter percebido todas as conotações científicas. Depois de ter descoberto porque é que o chapeleiro era louco. Depois de me ter esquecido outra vez. Depois de quase me ter dado um fanico ao descobrir que o meu realizador preferido ia adaptar a obra ao cinema. Depois de me ter enganado na data de estreia em Espanha (que afinal é só 16 de Abril). Depois de ter aturado resmas de gente a dizer que já tinham ido ver. Depois de tudo isto, e só depois de tudo isto, fui finalmente ver a Alice ao cinema, versão Tim Burton, que será sempre a melhor das versões possíveis no melhor dos mundos possíveis. E como todos os anteriores Burton, adorei. Só que este é a Alice, alterada e inovada, mas suficientemente genuína para me transportar de novo à minha infância e aos livros e a um mundo maravilhoso impossível (só) para os outros.
The Queen / Why so serious, by Sylvia Lizarraga

3 comentários:

continuando assim... disse...

Depois duma ausência...de alguns dias , cá está um novo capítulo da história de Alice.

Faltam dois...para um final duma história interminável , uma história de esperança, uma história sem fim ... :)


mais à frente, lá para o último capítulo, estou com vontade de vos lançar um desafio .

beijos e obrigada por seguirem :)
teresa

boa Páscoa

coment ao post:

--- ainda nem tempo tive de ver o filme :( beijo ---

tadeu disse...

ola!
será a melhor forma de entender esta "alice", conhecer bem os dois livros?
ainda não vi, e partilho devoção por burton, mas não dá para ficar indiferente a alguns comentários assim assim...

família adams em "stop-motion", parece ser seu novo projecto. nada mal :))

xau :)

Maggie disse...

O filme é espectacular e quem não vê isso é porque não percebeu. Se bem que sim, é verdade, de modo algum o filme supera a obra. MAs eu penso que isso era muito complicado, mesmo para Burton.